trailler sobre o filme a terra

Boas Fèrias.....carpe diem.....

PORTUGAL: DE CONDADO A REINO....

A REVOLUÇÂO FRANCESA

CRISTÂOS E MUÇULMANOS NA PENÍNSULA IBÉRICA

A REVOLUÇÃO AMERICANA...

AS REVOLUÇÔES LIBERAIS

Cerimónias do contrato de vassalagem


Cerimónias do contrato de vassalagem



O contrato de vassalagem era realizado entre um senhor mais poderoso (o suserano) e outro menos importante (o vassalo) que voluntariamente se colocava na sua dependência.
Na Idade Média, o rei era o único senhor que não dependia de ninguém. Ele era o suserano dos suseranos.


Esquema de um domínio senhorial










































Legenda:
1. Castelo
2. Reserva (terras do senhor)
3. Igreja
4.Aldeia
5.Mansos
6. Moinho
7. Caminho para o forno e para o lagar

A PIRÂMIDE FEUDAL

A RevoluçãO AgríCola E O Arranque Da RevoluçãO Industrial

A queda do império romano e o novo mapa da Europa...


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A ARTE BARROCA

A REVOLUÇÃO CIENTIFICA...

MUSICA BARROCA

SPARTACUS O FILME ...18 PARTES...

O EXÉRCITO ROMANO

O MERCANTILISMO 1

MERCANTILISMO 2

OS GLADIADORES EM ROMA...

Cosmos Episodio 6 parte 2/7..As viagens oceânicas...o poderio da holanda no século XVII

O IMPÈRIO ROMANO...

Roma e o Império...


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Péricles e o Império Ateniense...

OBJECTIVOS PARA O TESTE DE FEVEREIRO - 7ºANO.

1 – Localizar espacialmente a Grécia, Atenas, o mar Egeu e Jónio.
2 – Explicar como se formaram as cidades-estados gregas.
3– Que elementos deveriam existir numa cidade-estado?
4 – Referir as principais actividades económicas dos gregos.
5 – Como estava dividida a sociedade ateniense?
6 – Identificar as instituições políticas atenienses e as suas funções.?
7– Caracteriza a educação dos jovens atenienses.
8– Comentar a seguinte expressão: “mente sã em corpo são”?
9– Identificar os principais Deuses gregos
10 – Caracterizar a religião grega.
11 – Referir as principais características da arquitectura, escultura e pintura dos gregos.

Objectivos para o teste de Fevereiro - 8º Anos...

O RENASCIMENTO

1 - Caracteriza a nova visão do Homem e do Mundo a partir da Idade Moderna.
2 - Compara a teoria Geocêntrica com a teoria Heliocêntrica.
3 - Quais as vantagens da do aparecimento da Imprensa?
4 - Quais as principais características da arquitectura Renascentista?
5- Quais são as principais características da Escultura Renascentista?
6 - Quais são as principais características da pintura Renascentista?
7 - Identificar e caracterizar o estilo arquitectónico presente em Portugal no reinado de D.Manuel : o Estilo Manuelino.


A CRISE NA IGREJA: A REFORMA E A CONTRA REFORMA
1 - Refere as principais críticas feitas à Igreja Católica.
2 - Identificar o que eram as bulas de Indulgências.
3- Nomear os principios defendidos pela Igreja protestante.
4 - Identificar os fundadores da Igreja Luterana, Calvinista e Anglicana.
5 - Quais foram os principais objectivos do Concilio de Trento?6 - Refere os principais objectivos da Companhia de Jesus.
7 - Quais eram os obectivos da Inquisição?
8 - O que era o Index?

A CRISE NO IMPÈRIO PORTUGUÊS -A UNIÂO IBÈRICA

9 - Identificar os principais factores que levaram à crise do Império Português.?
10 - Em que consistiu o problema de sucessão ao trono de Portugal, após a morte do cardeal D.Henrique?
11 - Identifica os pretendentes ao trono português

A INQUISIÇÃO....

A GRÉCIA ANTIGA

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O TEMPO DAS REFORMAS RELIGIOSAS NA EUROPA


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O RENASCIMENTO


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O ANTIGO EGIPTO


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O EGIPTO

O Antigo Egipto
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A EXPANSÃO PORTUGUESA


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A DESCOBERTA DA INDIA

CRISTOVÃO COLOMBO

AS CRIANÇAS APENAS COPIAM O QUE OS ADULTOS FAZEM...

Os Descobrimentos

A Expansão marítima
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A Crise do Século XIV

Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

Cerimónias do contrato de vassalagem

Cerimónias do contrato de vassalagem





O contrato de vassalagem era realizado entre um senhor mais poderoso (o suserano) e outro menos importante (o vassalo) que voluntariamente se colocava na sua dependência.
Na Idade Média, o rei era o único senhor que não dependia de ninguém. Ele era o suserano dos suseranos.


Esquema de um domínio senhorial

Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

O Barroco

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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

FICHAS SOBRE O EGIPTO...

AGORA RESOLVE AS FICHAS PARA TESTARES OS TEUS CONHECIMENTOS SOBRE O ANTIGO EGIPTO:
http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/Egipto1.htm
http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/Egipto2.htm
http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/Egipto3.htm
http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/Egipto4.htm
http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/egipto5.htm
http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/Egipto6.htm
http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/Egipto7.htm

Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

8º ano

EM BUSCA DE OUTRAS TERRAS....



Ao longo do século XIV, viveu-ne na Europa um grave crise : maus anos agrícolas, fomes e pestes. Para ultrapassar esta crise económica e social houve a necessidade de procurar novas terras e riquezas, nomeadamente cereais, mão-de-obra e metais preciosos. A solução encontrada foi, no século XV, partir além-.mar, iniciando um período de expansão. Portugal foi o primeiro país a reunir condições para iniciar este movimento de expansão europeia.

As principais condições que favoreceram a prioridade portuguesa foram a situação geográfica, a tradição marítima e as condições técnico-científicas: instrumentos de orientação como o astrolábio e quadrante que permitiam uma navegação astronómica e o novo tipo de embarcação, a caravela que permitia bolinar (navegar contra o vento)
No ponto de vista social, a nobreza pretendia o aumento dos seus domínios e rendas; o clero queria o alargamento da fé cristã; a burguesia ambicionava chegar a novos mercados e produtos; o povo desejava melhorar as suas condições de vida; e a coroa pretendia aumentar o seu prestígio e encher o tesouro.

A expansão iníciou-se com a Conquista de Ceuta em 1415, cidade do Norte de África, onde afluiam as especiarias orientais e o ouro africano através de rotas caravaneiras. Também a sua situação geográfica conferia a esta cidade uma grande importãncia comercial e estratégica. A tomada de Ceuta foi um sucesso militar, mas um fracasso económico devido ao desvio das rotas caravaneiras para outras cidades e à constante situação de guerra que agravava as despesas de manutenção desta conquista.

O fracasso económico da tomada de Ceuta levou os governantes portugueses a darem atenção às ilhas do atlântico, despovoadas até ao momento, ou seja, à Madeira e aos Açores.

As ilhas foram divididas em capitanias-donatarias e entregues pelo Infante D. Henrique a capitães-donatários, com carácter perpétuo e hereditário, que tinham por obrigação promover o seu povoamento e a sua exploração económica. Além disto, também houve o contrato de arrendamento.

A colonização da Madeira iniciou-se em 1425 e a dos Açores em 1439, por iniciativa do Infante D.Henrique. Nos Açores, além de colonos originários do Continente, fixaram-se também muitos flamengos. Na Madeira começou por se explorar as riquezas naturais (madeira e peixe) e, depois, introduziram-se as culturas de cereais, da cana-de-açúcar, trazida da Sicília, e de vinho; nos Açores o aproveitamento económico consistiu especialmente na criação de gado, no cultivo de cereais e de plantas tintureiras, como o pastel e a urzela.
Prosseguindo a expansão rumo a sul...

A partir de 1415, por iniciativa do Infante D. Henrique, barcos portugueses lançam-se na (re)descoberta das ilhas atlânticas e na exploração da costa ocidental africana.
A Madeira foi reconhecida por João Gonclaves Zarco, Tristão Vaz Teixeira e Bartolomeu Perestrelo (1419-20);no caso dos Açores o principal responsável pelo seu reconhecimento foi Diogo de Silves (1427). Estas ilhas foram colonizadas pelo sistema de capitanias-donatarias, recorrendo-se a colonos vindos de Portugal e da Flandres (no caso dos Açores). Desenvolve-se a agricultura e a pecuária, produção de trigo, vinho, açúcar (Madeira) e criação do gado.
Após a passagem do Cabo Bojador por Gil Eanes (1434), a expansão portuguesa hesitou entre as conquistas no Norte de África e a exploração do Atlântico. No reinado de D. Afonso V, a costa africana foi explorada através do regime de arrendamento a um particular: Fernão Gomes. Cerca de 1445, os portugueses instalaram em Arguim uma feitoria, local de comércio fortificado destinado a defender as ricas mercadorias africanas: ouro, escravos, marfim e pimenta.
Na sequência da chegada à América por Colombo (1492), a mando dos reis de Espanha reavivou-se o conflito sobre a questão das terras descobertas entre Portugal e Espanha. O Tratado de Tordesilhas (1494) foi assinado pelos representantes de D. João II (Portugal) e os reis Fernando e Isabel que se reuniram na cidade de Tordesilhas, no norte da Espanha, em 7 de junho daquele mesmo ano. Dividindo o mundo entre si com a benção papal.
Esse tratado estabelecia um meridiano imaginário, situado a 370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde, nas costas da África. Dando total liberdade quanto ao litoral brasileiro e maior parte do Oceano a navegar.As terras a oeste desse meridiano pertenceriam à Espanha, e as terras a leste seriam de Portugal.
Este tratado significou, para Portugal, o domínio das terras africanas e, sobretudo, o livre acesso à India e às cobiçadas especiarias. Despois da passagem do Cabo da Boa Esperança (antes das Tormentas) por Bartolomeu Dias em 1488, foi a vez de Vasco da Gama conseguir atingir a Ìndia em 1498, abrindo uma nova rota intercontinental (a rota do cabo) que ligava a Europa-África-Ásia.
Brasil, Goa e Macau....

A penetração dos portugueses no mundo asiático foi mais difícil do que em África.
Na Ásia existiam civilizações antigas, prósperas e com elevado desenvolvimento técnico e científico. Por outro lado, os muçulmanos, que dominavam o comércio na região, não viram com bons olhos a chegada dos portugueses, seus concorrentes.

A implantação do domínio português no Oriente deveu-se sobretudo à acção dos Vice-Reis, D. Francisco de Almeida (1505-1509), defensor do controle dos mares e de Afonso de Albuquerque (1509-1515), que fez importantes conquistas territoriais. Deste modo, Portugal passou a dominar vastas áreas de negócios, onde foi criando feitorias, das quais se destacam Goa (a capital do império oriental), Ormuz , Malaca, Macau na China e Nagasáki no Japão.
O comércio oriental baseava-se nas especiarias, sedas, drogas, pedras preciosas e porcelanas, sendo os mesmos produtos enviados para Lisboa através da Rota do Cabo. Para organizar as expedições comerciais ao oriente e receber os produtos proveninetes do Oriente, foi criada em Lisboa a Casa da Ìndia, enquanto que em Antuérpia(Flandres) foi aberta uma feitoria para escoar os mesmos produtos pela Europa.
No caso do Brasil, este território só mereceu atenção da Coroa a partir de 1530 com o estabelecimento do sistema de Capitanias. Contudo, este sistema não resultou, por isso D. João III instarou, em 1549, o Governo Geral.
Então, em poucos anos o Brasil conheceu um grande desenvolvimento, sobretudo com a expansão da cultura da cana de açúcar nos Engenhos, o que obrigou à importação de escravos africanos (tráfico negreiro). Para além do açúcar o Brasil era fonte de produtos como o pau-brasil (corante) e aves raras, no final do século XVII, principios do XVIII também ouro e diamantes.
No que diz respeito aos Índios, estes foram inicialmente escravizados, porém os Jesuitas tiveram um importante papel na cristianização, instrução e protecção dos mesmos.

Sabias que...

Na Europa as especiarias eram importantes para condimentar a carne conservada em sal durante meses. A pimenta chegou a ser tão preciosa que, às vezes, era usada como dinheiro tanto no Ocidente como no Oriente.

Egipto: Uma civilização brilhante

Desenvolveu-se na região do Crescente Fértil, no nordeste da África, uma região marcada pelo deserto e pela vasta planície do rio Nilo. Nas montanhas centrais africanas, onde o Nilo nasce, caem abundantes chuvas nos meses de Junho a Setembro provocando inundações nas áreas mais baixas do Egipto. Com a baixa do Nilo em Fevereiro e Março, o solo liberta o humo, fertilizante natural que possibilita o desenvolvimento da agricultura. Para controlar as enchentes e aproveitar as áreas fertilizadas, os egípcios tiveram de realizar obras de drenagem e de irrigação, com a construção de diques e canais , o que permitia a obtenção de várias colheitas anuais.
A economia egípcia era, assim, baseada principalmente na agricultura que era praticada nas margens do Nilo, todavia também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato.

A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas ou estratos (sociedade estratificada), sendo que o faraó era a autoridade máxima. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram prisoneiros de guerra.
Os egípcios adoravam o faraó como um Deus, a quem pertenciam todas as terras do país e a quem todos pagavam tributos e prestavam serviços. O seu governo era uma monarquia teocrática, ou seja, uma monarquia de origem divina. Como chefe de um Estado poderoso, o faraó tinha imenso poder sobre tudo e sobre todos, acumulando o poder de fazer as leis (legislativo), aplicar a justiça (judicial), comandar o exército (militar) e administrar as finanças (económico), entre outros.

Especiarias e afins....

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Especiaria


Substância aromática vegetal, utilizada para temperar iguarias. A maior parte das especiarias é de origem oriental. Estes produtos ingressaram na Europa por intermédio dos bizantinos, que desde o século IX viram-se dificultados nesse comércio pelos muçulmanos. As cruzadas fazem com que o interesse pelas especiarias aumente, passando o mercado a pertencer aos venezianos, até o fim da idade média. As grandes navegações são uma das consequências do interesse pelas especiarias , pois visavam a sua busca fora do território veneziano. Novos produtos como a baunilha e a noz-moscada são introduzidas no comércio, com seu preço se mantendo alto até o século XVIII, notadamente as que tinha poderes considerados medicinais. As modificações alimentares e a cultura em larga escala de algumas especiarias, como a pimenta, nas Ilhas Mauritius e Bourbon e em Caiena e o gengibre, no Brasil, fizeram com que os preços baixassem, juntamente com a perda de sua importância comercial.


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Pimenta


Era uma das especiarias mais apreciada. Os gregos e os romanos antigos usavam na comida. Quando os godos atacaram Roma, em 408 d.C., exigiram um tributo, pago, em parte com pimenta, chegou a ser usada como moeda. A maioria dos grandes navegadores dos séculos XV e XVI buscavam especiarias, principalmente a pimenta. Em 1497, por exemplo, o explorador português Vasco da Gama comandou uma expedição para encontrar uma rota marítima para a Ásia. Ele foi o primeiro que contornou o extremo Sul da África em direção a Índia.


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Açúcar


No século IV a.C. o imperador persa Dario descobriu na Índia a cana-de-açúcar, do Oriente Médio para a Europa. Mas o açúcar era um luxo na Europa, até Cristóvão Colombo plantar cana nas Antilhas, em 1493. Lá, em pouco tempo, a açúcar virou o eixo da economia. Escravos foram levados da África para trabalhar nas grandes lavouras de cana. Seus proprietários enriqueceram, mas os escravos viviam em condições terríveis. Com o fim de escravidão, as lavouras se mecanizaram. No final do século XVIII, passou-se a extrair açúcar também da beterraba, que crescia bem nos climas mais frios no Norte da Europa e na América do Norte.


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Chá


Uma lenda antiga conte que, em 2737 a.C., o imperador chinês Shen-Nung fervia água quando algumas folhas de chá caíram na panela, produzindo primeiro uma bebida refrescante. O chá crescia na China, Tibete e Índia. Monges budistas levaram-no para o Japão, onde ele protagonizou uma elaborada cerimônia social. Os holandeses levaram o chá para a Europa em 1610. Navios da Companhia Britânica das Índias ocidentais logo estabeleceram comércio regular do chá para a Europa.




Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

A alimentação nas Caravelas

A alimentação a bordo das caravelas


O problema da alimentação a bordo vai ser uma constante ao longo dos séculos XV e XVI, uma vez que existem deficiências na armazenagem e falta de higiene.
Os alimentos a bordo eram sobretudo o biscoito, enchidos de toda a espécie, bolacha, vinho tinto, queijo, bacalhau, azeite, vinagre, sal, arroz, grão-de-bico, presunto, carnes e peixes, conservas – frutos secos (damasco, figos, ameixas, amêndoas, avelãs, e nozes); ervas aromáticas: alho, cebola, picante, louro, mostarda, orégãos, entre outros.Para conservar alguns destes alimentos mantinha-se as barricas cheias de sal.
Outro dos problemas, residia na qualidade da água, pois a falta de escalas na viagem fazia com que os navios usassem em todo o percurso a água do primeiro abastecimento em Lisboa, ou então quando se faziam escalas abasteciam-se os navios.A partir do Séc. XVIII demonstrou-se que a ração alimentar com frutos cítricos (laranja e limões) evitavam o escorbuto.
As caravelas, naus e galeões transportavam também animais vivos, tais como: galinha, coelho, carneiros, entre outros.

Domingo, 12 de Outubro de 2008

NEOLITICO


O Neolítico

From: cattonia, 12 months ago


O Neolítico
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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

Links sobre história

Domingo, 28 de Setembro de 2008

A HOMINIZAÇÃO


HominizaçãO

From: kierk, 11 months ago


HominizaçãO
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A PESTE NEGRA (Parte I)

Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

A Evolução do Homem

A Origem do Homem - Documentario

IMAGINEM-SE NO SÉC XIV: UM TEMPO DE FOME, PESTE E GUERRA

IMAGINEM-SE NO SÉC. XIV, EM TEMPO DE FOME, PESTE E GUERRA

Viver no século XIV era ter a morte à espreita... morria-se de fome, peste e na guerra.Por toda a Europa, a Peste Negra devastou populações inteiras de aldeias e cidades. Os ratos transmitiam esta doença altamente contagiosa que matava em poucos dias.Todo este cenário de perigo aumentava com as guerras que pareciam intermináveis, como a Guerra dos Cem Anos, entre a França e a Inglaterra .A peste, a guerra e as fomes tambem atingiram Portugal. Após a morte de D. Fernando em 1383, instalou-se uma crise dinástica. Quem irai suceder-lhe no trono? D. Beatriz, sua filha casada com o rei de Castela ou D. João Mestre de Avis, meio irmão do rei falecido?A subida ao trono, em 1385, de D. João I e a derrota dos castelhanos em Aljubarrota, grantiram a independência de Portugal e a abertura de uma nova etapa da história nacional: a expansão marítima


Viver no século XIV era ter a morte à espreita... morria-se de fome, peste e na guerra.Por toda a Europa, a Peste Negra devastou populações inteiras de aldeias e cidades. Os ratos transmitiam esta doença altamente contagiosa que matava em poucos dias.Todo este cenário de perigo aumentava com as guerras que pareciam intermináveis, como a Guerra dos Cem Anos, entre a França e a Inglaterra .A peste, a guerra e as fomes tambem atingiram Portugal. Após a morte de D. Fernando em 1383, instalou-se uma crise dinástica. Quem irai suceder-lhe no trono? D. Beatriz, sua filha casada com o rei de Castela ou D. João Mestre de Avis, meio irmão do rei falecido?A subida ao trono, em 1385, de D. João I e a derrota dos castelhanos em Aljubarrota, grantiram a independência de Portugal e a abertura de uma nova etapa da história nacional: a expansão marítima

pais e alunos: um esforço comum


Guia Para Pais.Enc. De EducaçãO

From: Agostinho, 3 days ago





Guia para Pais/Encaregados de Educação, elaborado pela Prof. Lúcia, Coordenadora dos Directores de Turma da EB 2,3 Prof. Dr. Mota Pinto - Lajeosa do Dão.


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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

O TEMPO DO INÍCIO DA HUMANIDADE OU A PRE-HISTÓRIA


É o período compreendido entre o aparecimento do homem na Terra (há aproximadamente 4 milhões de anos) e o surgimento da escrita, por volta do ano 4000 a. C., quando, a partir daí, teve início a História.
Todos os seres humanos descedem do mesmo hominídeo, cujos fósseis mais antigos foram localizados em África. As primeiras espécies encontradas foram o Australopiteco e o Homo Habilis. O Australopithecus possuia um esqueleto idênticos aos do homem actual e já andavam sobre dois pés e possuia um cérebro pequeno. Já o Homo Habilis foi o primeiro a fabricar e utilizar instrumentos para diversos fins, além de já ter domínio sobre o fogo. Parece ter sido o Homo Erectus quem primeiro abandonou a África, espalhando-se pelo mundo. Antes de chegar à espécie atual, o Homo Sapiens Sapiens, o homem passou por uma série de transformações, conforme provam os fósseis encontrados em Neanderthal na Alemanha.
Características da vida do Homem no Paleolítico
a) AlimentaçãoOs homens paleolíticos ainda não produziam seus alimentos, não plantavam e nem criavam animais. Eles retiravam os alimentos da natureza, recolhiam frutos, grãos e raízes, pescavam e caçavam animais ou seja, eram recolectores;
b) Os instrumentos ou ferramentas
Os homens paleolíticos fabricavam seus instrumentos de pedras, ossos e madeira e faziam uma grande variedade de instrumentos como machados de mão, pontas de flecha, pequenas lanças, arpões, anzóis e mais tarde agulhas de osso, arcos e flechas.c) HabitaçãoOs homens viviam de forma nómada, ou seja, se deslocavam constantemente de região para região em busca de alimentos. Habitavam cavernas ou tendas feitas de galhos e cobertas de folhas ou de pele de animais.
d) VestuárioAs roupas eram feitas de pele de animais. As mulheres limpavam e curtiam as peles até deixá-las macias. Usavam agulha de osso e fios de costura eram tendões, tripas secas ou tirinhas de couro. Também faziam jóias e adornos feitos de âmbar, marfim e conchas
e) Religião e arte
Fazia-se o culto as forças da natureza, acreditavam na vida após a morte, enterravam seus mortos com roupas, armas, enfeites e oferendas. Também adoravam deusas que representavam a fecundidade, pois uma das principais preocupações do homem primitivo era a conservação da espécie humana
Pinturas rupestres são pinturas e desenhos registrados no interior de cavernas, abrigos rochosos e, mesmo ao ar livre. São artes do período paleolítico, também chamado de arte parietal e existe no mundo todo, apesar de ser mais abundante na zona dos Pirineus (fronteira entre a França e espanha). As pinturas geralmente representavam figuras de animais como cavalos, mamutes e bisontes e figuras humanas, representavam à caça. As pinturas eram executadas a dedo ou com um pincel de pelo. Eram utilizados materiais corantes minerais nas cores ocre-amarelo, ocre-vermelho e negro. Alem das pinturas rupestres a arte paleolítica também fazia esculturas em marfim, osso, pedra e argila. Essas esculturas representavam as “Vênus” primitivas, eram figuras femininas e também animais.

CONTEÚDOS DO 7º E 8º ANOS

BEM VINDOS AO BLOG DE HISTÓRIA!
Este ano podes conhecer melhor os seguintes temas:

7º ano


* A Pré-História;
* A Civilização Egípcia;
* Os Gregos no Século V a.C;
* O Mundo Romano no apogeu do Império;
* A Europa na Idade Média (séculos VI-XII)
* A Formação de Portugal;
* O Desenvolvimento Económico dos séculos XII a XIV.


8º ano:


* Crise do século XIV;
* Descobrimentos Europeus nos séculos XV e XVI;

* O Movimento Renascentista e a Reforma no mesmo período;
* Portugal e a Europa no Antigo Regime, séculos XVII e


XVIII;
* A Revolução Industrial e as Revoluções Liberais no século XVII

Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

como estudar


Como estudar para um teste

From: lidia76, 6 months ago








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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Smog (Bill Callahan) - Rock Bottom Riser

Música para férias

Sábado, 19 de Julho de 2008

Radiohead - Creep

BOAS FÉRIAS PARA TODOS..APROVEITEM A VIDA ..AGORA QUE PARTEM PARA UMA NOVA ETAPA ...O IMPORTANTE NÃO É CORTAR A META..Ó IMPORTANTE É PERCORRER O CAMINHO..ATÉ SEMPRE..

Sábado, 21 de Junho de 2008

Xutos e pontapés - Chuva dissolvente - Live

BOAS FÉRIAS PARA TODOS..

Sábado, 7 de Junho de 2008

U2 - Beautiful Day

Have a nice day::

Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

Linkin Park - Shadow of the Day [New Video] *HQ*

Pessoal dos 9º anos:esta música é para vocês..BOA SORTE PARA O RESTO DAS VOSSAS VIDAS..(NÃO SE ESQUEÇAM DE ESTUDAR PARA OS EXAMES)cONSTRUAM A VOSSA PRÓPRIA HISTÓRIA!..

Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

O crescimento urbano -comércio e sociedade

Idade Média :

Crescimento Urbano e Sociedade







Terça-feira, 27 de Maio de 2008

La barbarie del Holocausto